terça-feira, 13 de agosto de 2013

clube da luta (eu vs vida)


Nesses últimos meses me senti um lutador que não conseguia acertar seu oponente e que depois de muito apanhar, eu 

de repente, não senti mais nada.

Agora eu sorrio para o meu adversário

enquanto eu espero meu nocaute.

5 comentários:

  1. Feh vou comentar como anonimx porque não quero que vc me ache q sou umx amigx recalcadx. Mas eu não consigo comprar sua ideia de que tudo acontece com você ou que a vida está lutando com você quando quem conhece você sabe que você é uma pessoa muito legal, que já tem sua panelinha/turminha na faculdade (e amizades firmadas), que vai pra todas as festas, que trabalha em um lugar onde sempre quis trabalhar, que conhece a metade da usp, que sempre está com um sorriso no rosto, que recebe spotted em faculdade que nem estuda e que nunca está "sozinho". Fe, me desculpa, mas eu não consigo acreditar quando você escreve ou fala essas coisas, pra mim é reclamar de barriga cheia. Acho q vc devia ficar quieto e perceber tudo o que acontece ao seu redor sabendo que muitos não tem isso que você tem (não é fácil ser extrovertido, fazer amizades ou de as pessoas gostarem de fazer. Lembre-se, nem todo mundo é assim (e vc deveria agradecer por ser)

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    1. Talvez ele não esta se sentindo assim, até porque:

      "O poeta é um fingidor.
      Finge tão completamente
      Que chega a fingir que é dor
      A dor que deveras sente." - Fernando Pessoa

      PS:Admiro este sorriso que esta sempre no seu rosto e sua habilidade com as palavras, Felix.

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  2. Antonis Kávafis, um bom poeta pra se ler nessas horas decadentes.

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  3. sofrimentos de classe média por uma caucasiano de olhos verdes que estuda em uma universidade pública elitista. quantos problemas, oh vida

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    1. Um comentário preconceituoso desses, que não sabe distinguir eu-lírico de autor, estereotipado e invejoso, só pode ter vindo de alguém que não tem a menor noção do que seja literatura, poesia, arte em geral. Pensando bem: de alguém que até sabe o que sejam essas "coisas", mas que não tem a menor sensibilidade para compreendê-las. “Prejudices, it is well known, are most difficult to eradicate from the heart whose soil has never been loosened or fertilised by education: they grow there, firm as weeds among stones.” Charlotte Brontë, Jane Eyre.

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